Rede Feminina lança pesquisa para definir o perfil da população a respeito do câncer

No dia 4 de fevereiro foi celebrado o Dia Mundial do Câncer e, para marcar a data, a Rede Feminina de Combate ao Câncer realizou uma Oficina Educativa sobre Obesidade, com a participação de beneficiários e convidados. Ainda, lançou uma pesquisa com o intuito de definir o perfil da população local e regional, a respeito do câncer. A primeira fase da pesquisa vai até o dia 08 de março de 2017. Entre os participantes será sorteado um Kit especial. O resultado final da pesquisa e do sorteio da primeira fase será divulgado no site da Instituição (www.redefemininasbo.org.br) e nas mídias sociais. Para participar da pesquisa, acessar o facebook da Instituição e https://www.facebook.com/rfcc.sbo/. ”A ideia da pesquisa objetiva montar um diagnóstico do município, com relação ao câncer, considerando o perfil da população e, assim, desenvolver campanha de conscientização e de prevenção mais específica e assertiva. A pesquisa ocorrerá durante todo o ano de 2017, em todos os eventos organizados pela Instituição ou por parceiros que apóiam a causa”, disse Carla Bueno, Superintendente da Rede Feminina. O diagnóstico de câncer pode trazer consequências imprevisíveis à vida social do indivíduo e de seus familiares/cuidadores. Durante a busca pelo atendimento, estes enfrentam dificuldades como: falta de informação quanto aos seus direitos e benefícios concedidos e assegurados por leis federais, estaduais e municipais; demora no acesso a serviços especializados, preconceito por parte de parentes, amigos, desconhecidos, impossibilitando muitas vezes que venham aderir adequadamente ao tratamento. O câncer pode causar danos devastadores para famílias inteiras, principalmente quando o chefe da família adoece, sendo ele o provedor da única fonte de renda; o paciente torna-se uma pessoa duramente atingida fisicamente, psicologicamente e socialmente. Aceitar sua nova condição, exige um esforço muito grande para o qual não estão preparados. É de suma importância os serviços de Organizações da Sociedade Civil que prestam serviços de apoio a oncologia, no enfrentamento das dificuldades decorrentes do diagnóstico até a desfecho da doença, assim como em ações de recuperação da auto-estima e de qualidade de vida. Em Santa Bárbara d´Oeste, há 44 anos, a Rede Feminina de Combate ao Câncer realiza ações que visam propiciar, a quem dela precisar: a aderência ao tratamento do câncer, o aumento do sentimento de pertinência coletiva, o bem estar e a qualidade de vida dos beneficiários, familiares e/ou cuidadores, com vistas à Convivência e Fortalecimento de Vínculos e a Ações de Garantia e de Defesa. Com a participação da equipe interdisciplinar, baseadas em procedimentos humanizados, mantém o intuito comum de promover a cidadania. “Desde o início do funcionamento do CeAC-Centro de Apoio à Criança, Sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer (mar-2013), a oferta dos serviços tem aumentado, assim como a demanda de atendimento, principalmente por ser a única Organização Social da cidade que atende usuários em vulnerabilidade por consequências oncológicas. Em 2016, realizamos 5.462 atendimentos, distribuídos entre os Projetos desenvolvidos pela equipe interdisciplinar. Atendemos hoje 31 crianças e adolescentes e 210 adultos, homens e mulheres, de segunda a sexta, das 08h00 às 17h00”, finalizou Carla Bueno.